Sinto a vida que descobri em mim,
pulsando através do vento molhado
que vêm acariciar minha face...
A vastidão parece me acalmar
e o silêncio regula minha respiração...
O relógio do meu tempo
emite sons audíveis à cada segundo,
monótono demais para os meus ouvidos...
Posso ouví-los
mesmo através do travesseiro da minha mente -
o tirânico som dos segundos
escuridão adentro,
vida a vida,
gota a gota...
Queria destruir esse som que me assombra -
sugando o corpo,
os sonhos,
os devaneios indolentes...
O barulho real
da chuva no telhado
é a voz que me resta nesta noite.
É o coração que fica a bater
no compasso
da dor do entendimento...bjus ♥
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